segunda-feira, 25 de agosto de 2008

hipotética

Se eu participar de um programa de tv no qual vai ter um debate sobre mídia e entrar a hebe, o datena, a luciana gimenez, o gugu e o faustão, e de repente citassem uma grande cantora e modelo, lindíssima, que por um acaso eu havia conhecido no passado, e então eu falasse sobre ela, eu diria para os telespectadores no final: "Eu digo a verdade, jamais diria como entrevista a um programa que fizesse uma homenagem específica à ela". Em seguida, olharia para o faustão e diria: "tu também sabes que eu não daria entrevista pra ti né?" Caso ele ficasse curioso e perguntasse por que, eu diria: "Quero usar o espaço da mídia para coisas úteis, para levar informação sufiente para uma revolução social, onde a programação ajudasse a populão num processo para diminuição da diferença de classes". Ele então me questionaria: "Você é um publicitário de sucesso absurdo, vive aparecendo na mídia com esse papo de mudança social, mas faz campanhas publicitárias para as maiores empresas do mercado, sem falar na mídia. Você ganha dinheiro com o que condena, o que tem a dizer?". A resposta para a indagação de um comunicador indignado seria: "eu sou um traficante!". Como os outros ali eu estaria passando para eles um produto que os influencia. E o povo, como um viciado, sustenta a figura que lhe proporciona este vício.

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